quinta-feira, 6 de maio de 2010

liberando o orgasmo feminino! parte 1

A capacidade das mulheres para ter orgasmos é realmente incrível. Elas podem ter vários, repetidamente, e mesmo assim estão sempre prontas para mais. Esta capacidade parece inesgotável. Podem experimentar orgasmos clitorianos, orgasmos do ponto-g, orgasmos vaginal, orgasmos ejaculatórios, orgasmos misturados, e não somente um, mas múltiplos. As mulheres foram de certa maneira ‘’ abençoadas ‘’ em ter uma única parte do corpo, o clitóris, cuja única finalidade é prazer sexual.
Por que é então que muitas mulheres são frustradas em vez de estarem satisfeitas? Porque é que para muitos casais, o orgasmo da mulher permanece um sonho?
O primeiro passo no sentido de liberar o orgasmo da mulher, é que ambos homens e mulheres compreendam que os homens não dão orgasmos às mulheres. A verdade é que as mulheres permitem-se ou não terem orgasmos. Apesar da opinião popular, não importa quanto um bom amante o homem possa ser.
A menos que ela dê a ela mesma os prazeres de seu próprio corpo, ela não terá orgasmos. Dar prazer a si mesma tira toda a pressão de uma performance que geralmente se faz na frente do parceiro, e a libera para que tome as responsabilidades por ela mesma. Esta é uma responsabilidade estritamente da mulher. É a realização sozinha que abre as portas para que ela se torne orgástica.
Isto é muito importante. Se sua mulher estiver responsabilizando-o, e você também se responsabilizar por ela não ter orgasmos, é muito provável que vocês estejam olhando na direção errada para resolver o problema. É claro que um homem sem prática, egoísta, insensível, pode ser um problema.
Dizer que uma mulher é responsável pela sua própria realização sexual não significa que você tenha que deixar tudo com ela. Apesar de tudo, quanto mais hábil e atencioso um amante é, mais prazer ele recebe, e embora você não possa dar um orgasmo à mulher, você certamente pode ajudá-la a ter um, ou vários.
A grande barreira para o orgasmo das mulheres são os pensamentos’’distrações ‘’ que flutuam em sua mente, trazendo-as para a cabeça e desviando a sua atenção do momento e do que está acontecendo com seu corpo. Assim que ela começa a pensar, estará fora do momento presente, perdendo contato com seus sentimentos e conseqüentemente com seu prazer.
Alguns destes pensamentos podem ser de sentimentos de vergonha ou de culpa por experimentar o prazer sexual, porque não importa o quanto liberadas nossas atitudes para o sexo pareçam ter se tornado, lá no fundo ainda existe aquela voz que diz ‘’ boas meninas não fazem ‘‘.
Além de preocupar-se se são “garotas boas ou más” quando realmente apreciam e querem o sexo, outra preocupação de muitas mulheres está em ‘’ fazer o sexo direito ‘‘. Preocupam-se sobre; como se parecem, com a barriguinha, celulite, com seu cheiro, gosto e se estão limpas ‘’lá em baixo’’.
Preocupam-se com o tempo para atingir o clímax, quanto tempo o homem vai ter que ‘’gastar’’ com ela, beijando, lambendo, fazendo caricias, para que ela chegue ao orgasmo. E ainda ‘’ Ele está fazendo tudo isso, e se eu não gozar?’’
Todos estes problemas também estão associados com a arte de RECEBER, pois fomos ensinados que dar é melhor do que receber, o que significa em outras palavras: ‘’RECEBER não é tão bom assim’’.Isto ficou muito marcado em nosso subconsciente.
E aquelas que se permitem os prazeres do corpo, as vezes, podem se sentir moralmente questionáveis.
Você pode ajudar sua mulher a ir além destas repressões, deixando-a saber, o quanto você a respeita, admira e estima sua sensualidade e sexualidade como mulher. Diga-lhe freqüentemente, especialmente quando vocês fazem amor, o quanto excita você em vê-la totalmente solta e colocando para fora o seu lado selvagem.
E para ajudá-la a permanecer no momento e nos prazeres de seu próprio corpo, fiquem olhando-se nos olhos, (isto é muito importante, pois ajuda a mente a não sair voando pelo espaço) diga-lhe com palavras, gestos, o quanto você a deseja, o quanto você gosta dela, que você quer devorá-la com sua língua, suas mãos, que você poderia ficar assim com ela por horas, dias, e o quanto é bom para você poder dar prazer à ela.
Uma vez que ela seja capaz de relaxar nas delicias do ato sexual e manter sua atenção nas sensações do seu corpo em vez de ‘’ficar escutando sua cabeça’’ o caminho para o orgasmo estará aberto.
Ajude-a esquecer sobre tentar fazer o orgasmo acontecer, ao invés disso leve-a a focalizar, apreciar cada momento do ato sexual. Ajudar sua mulher a ‘’ despertar ‘’ sua sexualidade, certamente fará com que você realmente goste da idéia. Você terá ótimas surpresas.

"este texto não é de minha autoria, desconheço o autor, mas gostei muito e espero que seja apreciado por todos, caso alguem conheça o autor me comunique que coloco aqui o crédito".

Pravas.



sábado, 13 de junho de 2009

A Shaktí

O termo shaktí significa energia. Por extensão, designa a companheira tântrica, que pode ser esposa, amante ou amiga. Dependendo do uso na frase, pode também referir-se à kundaliní ou, ainda, à Mãe Divina.
No Tantra, aprendemos um conceito muito bonito, segundo o qual Shiva sem Shaktí é shava. Isto é, "o homem sem a mulher é um cadáver". Shiva é o arquétipo masculino, que deve ser catalisado pela Shaktí, arquétipo feminino. Veja como é interessante: a mulher, quando companheira, denomina-se Shaktí, que significa literalmente energia. É aquela que energiza, que faz acontecer.
Sem a mulher, o homem não evolui na senda tântrica. Nem a mulher sem o homem. É preciso que tenhamos os dois pólos. Podemos fazer passar qualquer quantidade de eletricidade por um fio e ainda assim a luz não se acenderá, a menos que haja um pólo positivo e outro negativo, um masculino e outro feminino. Assim é nas práticas tântricas.
O Tantra também possui um componente fortemente poético que contribui para tornar as pessoas mais sensíveis e aumenta o senso de respeito e de amor entre homem e mulher. Nesse sentido, um dos seus conceitos mais encantadores ensina que, para o homem, a mulher é a manifestação vivente da própria divindade e, como tal, ela deve ser reverenciada e amada. A recíproca é verdadeira, pois a mulher desenvolve um sentimento equivalente em relação ao homem.
Extraído do livro Tantra, a sexualidade sacralizada, do Mestre DeRose

A mulher tântrica!!!!

Deusa-mãe, iniciadora, origem de toda vida, fonte de prazer, caminho para a transcendência: a mulher e seu mistério são o coração do tantra, são a essência de sua mensagem milenar.
Certamente, a extensa relação acima nada tem a ver com nossas mães, irmãs, esposas, eventuais amantes; enfim, com todas as mulheres de carne e osso que encontramos pela vida: nelas, onde se oculta o mistério da Mulher?
De fato, o tantrismo se resume ao acesso aos aspectos abissais da Mulher, ocultos na mulher real, comum. O Kaulavalí-Tantra diz: "É preciso prosternar-se diante de qualquer mulher, seja ela moça, no esplendor juvenil, seja velha; seja bela ou feia, boa ou má. Nunca se deve enganá-la, nem caluniá-la nem fazer-lhe mal, nunca bater-lhe. Esses atos tornam qualquer siddhi (realização) impossível".
O culto que o tantra vota à mulher ultrapassa - de longe! - tudo que reivindicam os movimentos de libertação feminina. Isso não é uma crítica a esse movimento, que se tornou necessário em nossa sociedade patriarcal e que, pelo menos, fez com que esta sociedade reconhecesse a igualdade da mulher - o que não é sinônimo de "idêntica". Para o tantra, antes de mais nada, é essencial que a Mulher emerja da mulher, que esta realize aquilo que ela é verdadeiramente, que isso seja levado para a visão que tem de si mesma e do mundo, que integre isso em sua vida.
O tântrico, para quem toda mulher encarna a Shaktí, terá perante ela uma atitude bem diferente do macho comum. Para ele, ela não é um objeto sexual a ser cortejado para obter favores, ou uma caça. Ele não é paquerador nem Don Juan. Mesmo sozinha com ele, a mulher nada tem a temer; está segura, pode se comportar com toda a liberdade.é respeitada e nunca será importunada.
A mensagem do tantra concerne tanto ao homem quanto à mulher. Qualquer Shaktí tântrica é ou procura tornar-se uma verdadeira mulher, ousando explorar as profundezas de seu ser para descobrir seus fundamentos últimos.
Ela é a deusa, ou seja, a encarnação de uma energia cósmica última, viva e presente, mesmo que não saiba disso. Portanto, não apenas o homem, mas também a mulher deve mudar sua atitude perante seu próprio mistério; ela, em geral, não se dá conta dele e pensa: "Não sou misteriosa, nem divina". Para o homem, o mistério da mulher é sua natureza fantasiosa, irracional, imprevisível, que a torna incompreensível. Ora, seu verdadeiro mistério é o da Vida, pois nossa vida pessoal, sejamos homem ou mulher, começou no ventre da mãe. Mas hoje, graças à genética e à biologia, o que resta do pretenso mistério da vida? Para os primitivos, a concepção e o nascimento eram cercados de mistério; isso não acontece mais, nem com as crianças: acabaram-se a cegonha ou a couve! Já na escola, lhes é explicado como o espermatozóide fecunda o óvulo e como o embrião cresce no útero. A genética, portanto, desmistificou - ou dessacralizou? - os segredos da hereditariedade, principalmente depois que se manipulam os genes. Filmamos a vida do feto no útero, e uma simples picada pode adiantar ou retardar o nascimento em cerca de um quarto de hora: os bebês nascem cada vez menos durante a noite, algo muito prático para os ginecologistas!
Extraído do livro Tantra, o Culto à Feminilidade, LYSEBETH, André Van. Pág. 99. São Paulo. Summus. 1994.

sábado, 6 de junho de 2009

retornando ao blogg!!!!!

queridos amigos que acompanham este blogg, estive por um tempo um pouco distante, estava numa faze de recolhimento, mas estou voltando, e espero ter o prazer de receber as visitas e os comentarios que tanto enriquecem estes textos, alguns de minha autoria, outros que encontro na net e me sensibilizam, como sempre citando o autor, gostaria tambem de pedir sugestões sobre assuntos e temas para discutirmos por aqui, sempre pensando na sensualidade , no feminino.
conto com todos vcs!!!

pravas.

O guerreiro de luz na hora do combate

O guerreiro de luz e seus advesários:
diz um sábio chinês sobre as estratégias do guerreiro da luz: “faça seu inimigo acreditar que não conseguira grandes recompensas se decidir atacá-lo. Desta maneira, você diminuirá seu entusiasmo. Não tenha vergonha de retirar-se provisoriamente de combate, perceber que o inimigo está mais forte. O importante não é a batalha isolada, mas o final da guerra”.
Reconhecendo a força do outro:
O guerreiro da luz sabe reconhecer um inimigo mais forte que ele. Se resolver enfrentá-lo, será imediatamente destruído. Se aceitar as suas provocações, caíra na armadilha que lhe foi preparada. Então, ele usa de diplomacia para superar a difícil situação em que se encontra.
Quando o inimigo age como uma criança idiota, ele faz exatamente o mesmo. Quando o chama para o combate, ele finge-se de desentendido. Nesse momento, os amigos comentam: “ é um covarde”. Mas o guerreiro da paz não liga para o comentário; sabe que toda raiva e coragem de um pássaro são inúteis diante do gato.
Em situação como essa, o guerreiro da paz tem paciência. Logo o inimigo partirá para provocar outros.
Adaptando-se às circunstâncias:
O guerreiro da luz às vezes se comporta como a água e flui por entre os muitos obstáculos que encontra. Em certos momentos, resistir significa ser destruído; então, ele se adapta às circunstancias. Aceita, sem reclamar, que as pedras do caminho tracem seu rumo através das montanhas. Nisto reside a força da água: ela jamais pode ser quebrada por um martelo, ou ferida por uma faca. A mais poderosa espada do mundo e incapaz de deixar uma cicatriz em sua superfície.
A água de uma rio adapta-se ao caminho que é possível, sem esquecer do seu objetivo: o mar. Frágil em sua nascente, aos poucos vai ganhando força dos outros rios que encontra. E, a partir de um determinado momento, seu poder é total.
Distraindo o adversário:
Um guerreiro da luz jamais trapaceia, mas sabe distrair seu adversário. Por mais ansioso que esteja, joga com os recursos da estratégia para atingir seu objetivo. Quando percebe que está no final de sua forças, faz com que o inimigo pense que não tem pressa. Quando precisa atacar o lado direito, move suas tropas para o lado esquerdo. Se pretende iniciar a luta imediatamente finge que está com sono e prepara-se para dormir.
Nessa hora, os amigos comentam: “vejam como perdeu seu intusiasmo”. Mas ela não dá importância aos comentários, porque os amigos não conhecem suas táticas de combate. Um guerreiro da luz sabe o que quer e não precisa ficar explicando.
Um texto de Paulo coelho.

domingo, 23 de novembro de 2008

O ponto da deusa...


Este texto foi retirado de um site de conteúdo direcionado ao público feminino gay (lésbicas), e estou reproduzindo-o aqui por ter gostado do conteúdo e porque o modo como a massagem da yone está descrita neste texto, é muito parecida com a técnica que usamos no nosso trabalho como terapeuta tantrico...
O ponto da deusa:
Pode parecer incrível, mas a idéia de a mulher ter prazer sexual foi, durante muitos séculos, inadmissível. Mulher não gostar de sexo, então, era considerado um predicado lisonjeiro, a valorizava, e mais, fazia com que fosse considerada feminina, pois eram vistas como seres humanos cuja principal função deveria ser procriar e serem apenas receptoras passivas da atividade sexual masculina.
Estudos e pesquisas sobre a sexualidade feminina são absolutamente recentes. Faz apenas 55 anos que o médico Ernst Grafenberg descreveu, pela primeira vez, um lugar dentro da vagina que é extremamente sensível à pressão intensa e, em sua homenagem, esse ponto passou a chamar-se Ponto G.
Localizado na parede interior da vagina, atrás do osso púbico, mais ou menos a cinco centímetros da entrada do canal vaginal, o Ponto G é muito importante para quem pratica o sexo tântrico, e é conhecido como o ponto da deusa, dado o papel a ele atribuído de trazer as mulheres ao pico do prazer. Na realidade, o Ponto G possui tamanho e localização variáveis de mulher para mulher. Para saber onde se localiza basta imaginar um pequeno relógio dentro da vagina, com o ponteiro das 12 horas apontado para o umbigo. A maioria das mulheres encontrará o Ponto G situado na região entre 11 e 1 hora. O Ponto G e o clitóris são descritos pelos tântricos como pólos de carga sexual – um dentro e outro fora da vagina.
Cassandra Lorius, em seu livro “Sexo Tântrico”, diz que uma das melhores maneiras de achar o Ponto G é agachar-se e enfiar dois dedos (polegar de uma das mãos e indicador de outra) na vagina, pressionando um para cima em direção ao umbigo e o outro para baixo sobre o osso púbico (parecido com o exame de um ginecologista). É mais fácil achá-lo quando se está excitada sexualmente, pois os tecidos incham e se tornam mais sensíveis. A textura é diferente da de outros músculos que circundam a vagina. É mais áspera, com protuberâncias ou arestas.
Entretanto, existe uma terrível resistência quanto à existência do ponto em questão, em decorrência dos vestígios ainda latentes das antigas idéias de que as mulheres não devem ter desejos ou reagirem como seres sexuais. Há, inclusive, quem afirme não ser ele real, mas apenas um mito, o que nos leva a crer que algumas pessoas tentem, com essa afirmação, restringir o prazer da mulher. Por outro lado, alguns autores atuais afirmam em seus livros que a mulher só pode ter orgasmo com a estimulação do clitóris.
A essa altura você já deve estar querendo localizar o seu Ponto G, não? Então vamos lá! Você vai perceber que ele se apresenta como uma pequena saliência enrugada, do tamanho de um feijão e que, quando estimulado, começa a intumescer-se, parecendo um pequeno caroço entre os dedos. Para algumas mulheres pode crescer até o tamanho de uma moeda.
Não fique desapontada se o não encontrar com facilidade. Por ser relativamente pequeno, muitas mulheres encontram dificuldade em localizá-lo sozinhas. Caso seja de sua preferência você poderá localizar o ponto da deusa através de uma massagem chamada yoni, cujo objetivo é o de ver e apreciar a yoni (vagina) da deusa hindu Shakti, que possui energia inata, a energia feminina. Não é algo que se precise construir ou criar, é algo que você precisa ativar tão logo a descubra.
Em “Sexo Tântrico”, Cassandra afirma que Shakti não é, na realidade, somente uma deusa, mas a força criativa por trás da existência, e se manifesta em diferentes formas. Por essa razão, diz ela, não é retratada como uma única deidade, mas como várias deusas que representam as várias qualidades dessa energia primal.
A massagem yoni, cuja finalidade é curar lembranças do passado que nela se armazenam, é fascinante e deve ser praticada por você e sua parceira. Vamos lá! Faça primeiro na sua parceira. Em seguida ela fará em você. Fique atenta para cada movimento e cada toque, pois ambos devem ser delicados e suaves.
Vejamos o que diz Cassandra Lorius sobre a massagem yoni:
* “Sua parceira deve deitar-se confortavelmente, com travesseiros apoiando onde for necessário. Você pode sentar-se a seu lado ou entre as suas pernas abertas, também apoiadas por travesseiros. Olhe para ela, sincronize a sua respiração com a dela, criando uma conexão amorosa. Ponha sua mão esquerda delicadamente sobre o coração dela, enquanto sua mão direita (se você for destra) descansa sobre a pelve, no chacra umbilical”.
* “Depois de alguns minutos, faça massagem no corpo dela, com óleo ou talco. Afaste a energia da região da pelve, levando-a para o ventre e descendo pelos braços, coxas e pernas”.
* “Massageie em volta da pelve, dos músculos acima do púbis, da virilha (na prega onde as coxas se encontram com a região púbica) e no topo das coxas – lugares onde a tensão pode se concentrar. Controle com ela o ritmo e a pressão dos movimentos da massagem”.
* “Antes de proceder à massagem da yoni, ponha a mão em concha sobre o púbis e os lábios vaginais de sua parceira, mantendo a outra no centro do coração, restabelecendo a conexão com os olhos”.
* “Depois de acariciar suavemente a região do púbis, derrame uma pequena quantidade de lubrificante sobre os lábios externos da yoni, e massageie suavemente esta parte. Faça isso por algum tempo, sem pressa. Olhe para a yoni da parceira, admire-a e diga o que vê”.
* “Aperte delicadamente o lábio externo com os dedos, e deslize-os por toda a sua extensão, para cima e para baixo. Faça a mesma coisa com os lábios internos (vulva). Aperte então todos os lábios nas mãos como um sanduíche de yoni. Pergunte à parceira se ela está gostando do ritmo e da pressão de seu toque”.
* “Acaricie o clitóris, fazendo pequenos círculos e comprimindo-o. Diga à parceira para relaxar, sentir as sensações eróticas proporcionadas sem se concentrar muito nelas. Você pode dispersar a energia afastando-a da região da pelve com a mão que está livre, ou aumentá-la com um duplo estímulo – acariciando um mamilo, por exemplo”.
* “Quando a parceira estiver pronta, ela vai lhe convidar a colocar o dedo médio da mão direita dentro da vagina. Explore o interior dela em todas as direções, fazendo uma massagem. O resto de sua mão pode descansar sobre o púbis ou massageá-lo. Varie a profundidade, velocidade e pressão de seus dedos. Há três tipos principais de movimentos: pequenos círculos, vibrando onde parecer dormente, ou simplesmente segurando, sobretudo se a parceira parecer angustiada (neste caso é melhor a mão ficar parada, sem retirar o dedo)”.
* “Com a palma da mão para cima e o dedo médio dentro da yoni, mexa o dedo num gesto de “vem cá” ou dobre-o em direção à palma. Você vai entrar em contato com uma região de tecido esponjoso abaixo do osso púbico, atrás do clitóris. É chamada de Ponto G ou, para o Tantra, ponto sagrado. Sua parceira pode ter a sensação de querer urinar, ou experimentar dor ou prazer. Se for incômodo para a parceira, pare de mover os dedos ou tente variar a pressão, velocidade e padrão de movimentos. Você pode fazer movimentos para o lado, para a frente e para trás ou em círculos com o dedo médio”.
* “Mantenha a respiração e continue a olhar em seus olhos. Emoções fortes podem vir à tona, e ela pode querer chorar ou dividir com você o que está por vir. Continue respirando e seja delicada. Não entre em pânico. Continue a massagem até que ela lhe diga para parar. Remova então as suas mãos lentamente, com delicadeza e respeito. Deixe-a ali por um momento, deleitando-se com o resultado da massagem da yoni. Ou abrace-a com ternura”.
Orgasmos, ejaculação e resistência médica
O Ponto G adequadamente estimulado por pressão intensa, intumesce, aumenta de tamanho e pode provocar vários orgasmos consecutivos, com ou sem ejaculação. O resultado é um orgasmo vaginal bem diferente do orgasmo alcançado pela excitação do clitóris. Aliás, é cada vez maior o número de mulheres que experimentam o orgasmo a partir de sua estimulação.
Segundo o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade, o Ponto G só existe para 1/3 das mulheres. Para os outros 2/3 ele não é a área mais sensível, mas, como a cultura diz que é, fica todo mundo correndo atrás.
Conhecido desde a antiguidade, o Ponto G foi descrito, no século XVII pelo anatomista holandês Regnier de Graaf como uma mucosa membranosa da uretra. Assim, podemos considerá-lo um homólogo da próstata masculina e entender por que o líquido que algumas mulheres expelem no momento do orgasmo é similar, quimicamente falando, ao sêmen masculino, sem conter espermatozóides. Essa expulsão, aliás, é conhecida como ejaculação feminina e muitos médicos a contestam. Contudo há comprovações de que a uretra pode expelir vários centímetros cúbicos de um líquido leitoso cuja composição se aproxima consideravelmente do fluido prostático.
Ponto U – Alguém conhece?
O Ponto G é, ainda, pouco conhecido e a respeito dele pouco se comenta. Isso talvez se deva ao fato da pouca importância dada à sexualidade feminina, e porque em um exame ginecológico normal a área do Ponto G é geralmente apalpada e não estimulada. Portanto, ele passa despercebido, pois em estado de repouso ele é praticamente imperceptível e de difícil localização.
A verdade é que mulheres que buscam sensações prazerosas poderão descobrir um ABC completo de pontos interessantes. Basta se tocarem mais. Entretanto, convém ressaltar que tais pontos não são fórmulas mágicas e nem todos os fisiologistas e anatomistas reconhecem com exatidão as estruturas vinculadas a esses pontos, a ponto de poderem confirmar seu papel na sensibilidade sexual.
Fala-se, atualmente, no Ponto U, descoberto pelo cientista norte-americano, Dr. Mckenna. Segundo ele, esse ponto é a chave do orgasmo feminino. Ele fica na entrada da uretra feminina e daí a escolha da letra U para batizá-lo. De acordo com essa teoria, baseada em experiências com ratos, cuja anatomia sexual é parecida com a do homem, a estimulação manual desse ponto desencadearia o aumento da serotonina – substância reguladora do nosso humor – produzida pelas células da uretra. E essa estimulação levaria rapidamente ao orgasmo. Entretanto, sua manipulação merece especial atenção, pois se trata de uma área extremamente sensível e deve ser tocada de leve e com mãos limpas. Irritação e sujeira podem provocar infecções no local e na bexiga.
E ai? Que tal buscar os seus pontos de felicidade?

Yoni Massagem



Deva Nishok desenvolveu um método único e exclusivo no mundo de massagem na Yoni (como é conhecido o órgão genital feminino em sânscrito, cujo significado é “Portal da Vida”). Esta revolucionária técnica é resultado de suas observações e pesquisas realizadas desde 1996 em seus trabalhos com sexualidade sagrada. Yoni Massage proporciona uma qualidade excepcional de prazer muito além da experiência sexual que as mulheres em geral possuem através das manipulações usuais do clitóris e da vagina. Esta massagem provoca mudanças sensoriais significativas na Yoni . Trata-se de um método resolutivo e eficaz de tratamento para questões como ausência de libido, anorgasmia (ausência de orgasmo), dificuldades em atingir o orgasmo, vaginismo (contração involuntária vaginal que impede a penetração e causa dor) e insensibilidade genital. Ainda mais, Yoni Massage proporciona experiências de níveis mais elevados de percepção e consciência, a supraconsciência. A mulher pode alcançar através da Yoni Massage:Estados de consciência e percepção alterada - supraconsciência.Alteração substancial na estrutura sensorial do clitóris que alteram significativamente situações ligadas ao prazer e ao orgasmo contínuo. O método é excepcional para anorgasmia (ausência de orgasmo), perda ou diminuição de sensibilidade genital. Energização no primeiro e segundo chakrasMudanças no paradigma do corpo, na compreensão do prazer.

permita-se conheçer está tecnica e trasforme tua maneira de ser e sentir!!!